A Teosofia em geral tem uma forte influência nos novos ensinamentos, especialmente em suas vertentes históricas centralizadas em Helena P. Blavatsky e sua sucessora espiritual Alice A. Bailey. Porém, dentro das revelações do Plano da Hierarquia, procura-se hoje dar uma cor mais “científica” ao tema, tratando basicamente de retirar os véus remanescentes, além de apurar sínteses e agregar idéias complementares, como seria a questão social e a própria espiritualidade e iniciação. Esta é a origem da “Teosofia Científica”, uma doutrina promissora que trabalha basicamente com a Ciência dos Ciclos. Uma Teosofia Científica reuniria -nada mais e nada menos- que os dois pólos extremos do conhecimento (espiritualidade e ciência), preenchendo daí todo o leque do humano saber.

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quinta-feira, 19 de setembro de 2013

A FLOR DO TEMPO

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A “Quarta Ronda Planetária”: a Evolução Humana-Hominal
Ronda, Raças & Ashrams

É com imensa satisfação que divulgamos a “Flor do Tempo”, contendo a solução de muitos enigmas até então persistentes acerca de importantes temas teosóficos. Apesar da aparente mudança na formulação de alguns ciclos –quando na verdade certos padrões teosóficos ainda estiveram sob véus, aparentando, daí serem vagos e semi-científicos -, preserva-se aqui a essência dos postulados teosóficos.

Trata-e, pois, da síntese dos principais concertos acertados pelo desvelamento final da chamada Doutrina Secreta, cumprindo destarte o objetivo da “Restauração dos Mistérios Antigos” (e Eternos) preconizada para a conclusão do “Plano de preparação da humanidade para a Nova Era” (PPHNE) revelado por Bailey, empregando neste caso especialmente a Chave simbólica e a Chave astrológica, pois ainda que HPB julgasse que se detinha a Chave astrológica na ocasião, fácil é notar as grandes lacunas lá existentes quanto a esta ampla modalidade de saber.
O fato é que a almejada “síntese entre Ciência, Religião e Filosofia” que Blavatsky também pretendia para a Doutrina Secreta, não pode em hipótese nenhuma alimentar uma postura francamente anti-científica, sob o risco de suscitar um novo obscurantismo, a cegueira e o fanatismo entre os seus seguidores, entre os quais pode estar sempre se aninhando o ovo da serpente... a Síntese deve pois avançar, e o exemplo que a Conteporaneidade oferece de transversalidade cultural é capital.

Contudo, o nosso objetivo não é apenas trazer as coisas prontas, mas mostrar o caminho que pode conduzir a elas. Eis do que se trata, pois.




Trata-se, pois, de uma análise científica da “Quarta Ronda Planetária”, contendo a chamada “Evolução Humana-Hominal”, conhecida inicialmente como Homo sapiens e a sua subdivisão atual o Homo sapiens sapiens, também já em vias de conclusão.

Para alcançar tudo isto na seara teosófica, toca a um só tempo compreender o sentido do Mito/Símbolo e valorizar o papel da Ciência, dando a cada coisa a sua função. Alguns passos básicos têm sido dados, a saber:
1. Separar símbolo e realidade das descrições raciais, assim como o aspecto Hierárquico e o elemento Humano;
2. Buscar a referência histórica dos ciclos raciais/antropológicos (eras solares) e mundiais/paleontológicos (espécies, “rondas”).

Neste processo, certos recursos importantes foram alencados, tais como:
a. a percepção esotérica de Alice A. Bailey de que as Lojas da Hierarquia se assomam às energias das raças e possuem ciclos próprios e paralelos;
b. a informação científica de algumas correntes astrológicas sobre as Eras solares de 5,2 mil anos, com destaque para a cultura maia-nahua, havendo também calendários semelhantes de extração hindu, com sua própria cronologia, incluindo uma forma de manvantara racial com suas “Idades do Mundo”, como é o caso do calendário dos Brahma Kumaris, que é realmente muito interessante e acertado, ainda que terminamos por adotar uma variante baseada na Doutrina Cronocrator.
Calendário Brahma Kumari com Quatro Idades Mundiais
c. As sub-raças são sub-ciclos de 700 anos, os quais possuem expressão espiritual própria e secundária dentro do conjunto racial-ashrâmico.
d. A percepção científica da atual espécie humana (“homo sapiens”) abrangendo as descrições raciais em geral e a idéia de ronda (Grande Ano de Platão), valendo-se neste do registro de 12 mil anos do Manvantara hindu para os arcos da ronda.

Outras conclusões encontradas:
a. Cabe discernir entre raças-raízes e espécies humanas; as chamadas “Raças-raízes” são ciclos culturais humanos, matizados pelos ambientes geográficos, naturais e climáticos, e daí pela cor da pele das suas etnias.*
b. Não há de fato a sexta e a sétima raça-raiz, senão simbolicamente e como sobreposições, tema também encontrado em Bailey; e o Pentagrama rege assim a estrutura humana nesta ronda, a qual falta apenas o período da Nova Era (Aquário) para concluir.
c. Idéias míticas como a dos cíclopes lemurianos, devem ser tidos como alusão à terceira iniciação (que desperta o “terceiro olho”) que alcançavam os iniciados daquela raça;
d. O conceito de Manu se associa textualmente ao de manvantara (significa “entre dois manus”), ainda que a Teosofia também os relacione às raças; deste modo em nossa abordagem ela encontra a dupla-acolhida necessária através dos dois tipos de Manvantaras aqui citados: o cósmico-especimal (12 mil anos) –e Sanat Kumara faz um papel adequado aqui, ligado ao nascimento e à expansão do homo sapiens sapiens para as Américas há 15 mil anos-** e o solar-racial (5,2 mil anos).
e. As Rondas representam a evolução das espécies humanas, que até antes da terceira ronda eram chamados homidíneos. A espécie atual é dita Humano-hominal, a anterior foi humano-animal, e assim por diante.
f. Nesta ronda, o Pralaya foi dominado pela evolução hierárquica (sob a cultura xamanista) e o Manvantara é dominado pela evolução humana (de cultura religiosa); porém ao chegar na época lemuriana, a antiga cultura do xamanismo começou a ser superada e substituída pelas iogas.
g. No final do Pralaya e meados da Raça Lemuriana, aconteceu o “Fator-Shambala” de integração dos Centros de Consciência Planetária: Divindade (Sanat Kumara), Hierarquia e Humanidade, dando início à evolução espiritual desta última.

**“As formas mais modernas de Homo sapiens apareceram pela primeira vez  cerca de 120 mil anos.” (http://www.infopedia.pt/$homo-sapiens-sapiens) Há quem diga que o Homo sapiens tem 500 mil anos. Desde então ele vem destruindo as outras espécies de hominídeos para se tornar a única. O “Homo Sapiens há 15 mil anos atrás chega à América do Norte (e) há 13 mil anos o Homo sapiens chegou à América do Sul” (ver http://bloghistorico7.wordpress.com/2007/01/15/homo-sapiens-sapiens/)

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